quinta-feira, 14 de março de 2013

Dedinho de Prosa...

Pois bem, chegou a quinta-feira. Hoje é dia de visitar a nutricionista, bater aquele papo e colocar o a relação com a balança em dia. Por falar em papo, quantas vezes você já dialogou com alguém sobre obesidade, emagrecimento ou qualquer tema que seja derivado dessas duas palavras? Pergunto ainda, quantas vezes o tom da conversa foi sob a luz da crítica e do julgamento? Bater um papo sobre o tema central deste blog é algo extremamente necessário, seja você o gordinho que quer emagrecer ou o magrinho que tem algum gordinho para ajudar. A conversa franca, aberta e amistosa trás a tona uma realidade que muitas vezes varremos para baixo do tapete adiposo da obesidade.
Tem pessoas que só de sentir o cheiro da conversa pendendo para sua mazela [ou cria de estimação - vou falar sobre isso em um próximo post] dão um jeitinho de cruzar os talheres e sair da mesa [geralmente é nela que estes assuntos assombram tanto]. Eu entendo a situação delas. Se temos um problema para o qual não vemos solução mas que nele vivemos uma situação de conforto [mórbido, mas não deixa de ser um conforto ou comodismo] fica extremamente difícil sair dele. Um exemplo? Ah. Chegue ao fumante e diga: "Você vai morrer por causa do cigarro. Já notou quantas pessoas sofrem de câncer por causa do fumo?" - Pode não parecer, mas não tem ninguém mais consciente disso que o fumante. Ele sabe que faz mal, que é venenoso, que causa câncer e tantas outras complicações. Porém a consequência disso tudo é sentida a longo prazo, ele não vai contrair uma doença com um, dois ou três anos fumando, talvez seja este o maior combustível para que o fumante recue na tentativa de deixar o tabaco de lado e enfrentar a abstinência de nicotina com veemência. A carapuça aqui serve para gordinhos também. Sabemos que nossos joelhos vão doer um dia, mas por enquanto não estão doendo, sabemos também que qualquer hora dessas nosso coração pode não ter mais forças para levar o sangue a pontos tão distantes desse corpitcho elíptico. Tudo isso causa um sofrimento vagaroso, é a tortura psicológica temperada com muita culpa. Ficamos bravos quando alguém fala que vamos morrer por estarmos gordos não por que a pessoa é chata, ruim ou maldosa [aliás, quem avisa amigo é, e graças a Deus por tantos amigos, parentes e pessoas próximas que de forma ou outra tentam ajudar, cada uma a seu modo, mas a motivação é a mesma: preservar a qualidade de vida e saúde de quem se ama], mas sim por saber disso tudo e não conseguir fazer nada para mudar, aqui a coisa fica russa de verdade.
O sucesso do diálogo não está em mostrar as consequências do excesso de peso, mas sim que combatê-lo não é um bicho de sete cabeças. Deve mostrar, por exemplo, que uma caminhadinha, por leve que seja, já é uma manifestação de mudança e isso eleva muito a autoestima, motivando o indivíduo, o fazendo pensar que está de pé, vivo e batalhando. O bom diálogo não tem aroma de rispidez, mas exala o perfume agradável do amor, carinho e confiança. O bom diálogo não revela culpados, mas apresenta mãos estendidas.  O bom diálogo desmistifica qualquer 'pano preto' mentiroso que faça o 'Fofs' acreditar que não é capaz de mudar. O bom diálogo só quer o bem, por isso gordinhos e gordinhas desse mundão de Deus, não tapem os ouvidos nem fiquem magoados quando alguém disser que estamos precisando nos cuidar. Por mais que isso se manifeste como 'pegação de pé' nada mais é do que o desejo real de que fiquemos bem, felizes e saudáveis. É isso aí!

A propósito, choveu e não fui na nutricionista hoje!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Diário do Findi 1

Quando alguma coisa está atrapalhando e dando um prejuízo lascado temos que descobrir o que é. Sendo assim descobri que os fins de semana tem me feito andar para trás. Todo trabalho dos cinco dias da semana são perdidos nos dois do final de semana. Também não é pra menos, quão lindas são aos olhos [e saborosas ao paladar] as guloseimas que nos visitam na melhor parte da semana! Ficar em casa é um chamariz às tentações e ceder a elas é só uma questão de tempo [pouquíssimo tempo]. Se algo não vai bem, além de identificar o problema é necessário traçar uma forma de contorná-lo. Pensando em uma estratégia cheguei há uma possibilidade que parece ser legal: relatar tudo o que for consumido no fim de semana aqui no blog.
Pois é! Parece estranho, e não pouco aberto expor aqui a comilância do sábado e do domingo, mas acredito muito que isso vai dar certo e se não der partimos para outra!
A partir de hoje, dia onze de março [uma segunda mansa], farei meus relatos juntamente com a exposição do peso na última sexta-feira. Acredito que agora eu pego esse fim de semana no pulo! Vamos ver se dá certo? Acompanhe minha evolução toda segunda-feira a tarde, vamos ver até onde essa estratégia pode me ajudar.

Na sexta a balança falou que eu pesava 104,3kg.
Já meu peso de hoje, bom, só lá no final do post pra você saber. Mas antes leia o text [ai ai ai, haja tempo e disposição para ler um 'cacatauzão' desses].


E o findi foi assim:

Sexta-feira a noite:
cheguei em casa por volta das 17h50, tomei um 'góle' de café e comi um BIS [ai ai ai, não brinca não. Um só? Um só!]. Por volta das 20h veio a jantinha [a comida da minha mãe é fantástica, não é porque é minha mãe não - ou até seja, rs rs rs... - mas a comida dela é boa demais]. Comi duas fatias de tomate, duas colheres de sopa de beterraba, três colheres de abobrinha refogada e duas colheres de sopa de arroz. Para acompanhar isso tudo havia uma bisteca [ai ai ai outra vez], ela era grande, apesar disso comi metade de uma. Foi isso. Creio que nada de extravagante.
Depois tomei um tererê gelado e tomei um iogurte antes de dormir [uhnn, sei.], tinha 86kcal o derivado do leitche.

Sábadão:
Acordei já era 8h30, fui e tomei um cafézão: um como de suco light, três torradas com uma camada de margarina que mais parecia um papel de tão fina e uma fatia de mussarela.
Fui pra rua e entre uma correria e outra comi uma barra de cereais. Cheguei em casa já era quase 13h e almocei alface, bastante alface e mais um pouco de alface, para acompanhar comi duas colheres de sopa de salada de pepino, um bife, duas colheres de sopa de arroz e meia concha pequena de feijão. Tomei água!
A tarde comi um caqui pequeno e depois teve cafézão de novo, comi uma torrada light com aquela super camada de margarina ultra fina, três biscoitos de água e sal sem a margarina e um copo de café com leite desnatado! Eram 21h, hora de janta! Então que tal duas fatias de pizza? Pois é, pizza, venha cá que quero lhe usar [devorar].

Domingão:
Bom, domingo é dia de extravagância [e isso tem um preço alto]. Por isso tentei caprichar desde cedo.
No café um tomei café preto, comi três biscoitos água e sal sem margarina e comi uma fatia de pizza [não sei porque, mas a tal da pizza amanhecida tem uma característica especial]. Foi isso!
Atencion pessoalll, ta na ôrra de amar la fome trintriririntrinmh: uma hora da tarde, o estômago já havia esquecido o que é comida, me sento a mesa, eita, e que mesa [graças a Deus por todas as coisas, por aquilo que de tão elementar as vezes fica em branco na gavetinha de gratidão], tinha um peixão assado, uma costela assada, arroz, feijão, saladas de cenoura, tomate e alface e um purêzinho de batata espetacular. De prato em posição de ataque fui eu me aventurar pelo banquete: três colheres do purêzinho, quatro fatias de tomate, aface e duas colheres de sopa de cenoura. Peixei, uhnnn, não pedoei, acho que comi umas duzentos gramas de peixe e um copo de suco ligth. Nada de arroz nem feijão [troquei pelo purê].
A tarde veio a extravagância, comi três bombons com umas três colheres de sopa de sorvete.
No jantar eu terminei a saga do fim de semana. Ufa. Não via a hora de terminar e para fechar com talheres de ouro a janta foi muito tranquila, me fartei com salada de alface, tomate e um pouco de cenoura, comi cerca de 100g de peixe assado [aquele do almoço] e umas três colheres de sopa do purezinho de batata. Depois disso tudo tomei um iogurte light de apenas quarenta e poucas calorias.

Pois é pessoal, hoje a balança me disse o seguinte: Você está pesando: 103,7kg
Isso é quase inédito, baixei 500 gramas de sexta para hoje. Incrível!

Não sei não, mas acho que a estratégia deu certo! O que acham disso?

sexta-feira, 8 de março de 2013

Placar

Hoje fui visitar a nutricionista [aliás, todos deveríamos visitar um nutricionista, saber comer, o que comer e em que proporção comer é uma das ferramentas mais importantes para quem busca uma vida mais saudável], cheguei na clínica transpirando, o calor por esses dias está se superando. Enquanto esperava a temperatura baixar um pouco fiz uma análise mais minuciosa de como foi a semana, e olha, a semana foi ótima já que eliminar 2,1kg de segunda à sexta  revela sucesso no tratamento. Isso seria ótimo não fosse o fato de que nos últimos oito dias - quinta-feira passada até hoje, sexta-feira - eu não eliminei nenhuma grama. Oras, como pode uma coisa dessas? Se em cinco dias queimou 2,1kg como que não eliminou nada em oito dias? Tchãram, perdido por esses dias todos estavam um sábado e um domingo, os vilões das dietas e dos regimes por este mundo afora. Confesso que no jogo do pode-não-pode driblar uma lasanha no sábado a noite foi impossível, então me preparei para o domingo, melhorei a retaguarda, aumentei a defesa e parti para o ataque com caminhada. Como meu time não estava muito focado acabei levando uma goleada da lasanha também no domingo. Incrível, mas dois dias, apenas dois dias fizeram com que eu fosse rebaixado para segunda divisão no campeonato do peso.
Neste jogo, onde a mente é o melhor atacante que alguém pode ter, não há margem para vaciladas, o metabolismo geralmente joga contra e tem jogadas infalíveis para recuperar qualquer grama eliminada.
Hoje volto para casa sem os aplausos da torcida, mas com uma nova lição na dispensa: cuidar muito, mas muito mesmo com a artilharia pesada das guloseimas do fim de semana, só assim é possível manter uma regressão plausível nos números da 'cruel' balança.
A defasagem dos fins de semana são [no meu caso] responsáveis por uma diferença de 5,2kg por mês nos números que tenho obtido. Com base no mês passado, onde em média houve um ganho de 1,3kg por fim de semana eu poderia ter terminado o mês com 99,1kg, bem abaixo do número atingido que foi 104,3kg. Eis aí o retrato claro de que o estrago do fim de semana é muito maior do que se pensa.
Finalizando a partida de hoje, fica claro que no placar temos o seguinte resultado: Balança 1 x 0 Rafael.
Eu sei que não ganhei nada na semana [não perdi, mas também não ganhei], porém, quando o objetivo é baixar a tara, uma semana estagnada representa um peso maior do que aquele que deveria aparecer no display da balança, ou seja, hoje eu deveria estar pesando 101,5kg e não 102,5kg resultado da semana passada [nossa, agora falei, falei, falei e pode ser que não tenha dito nada, quero dizer: eu disse mas, todavia, entretanto e porém, ficou tão incompreensível e truncado quanto esta última frase em colchetes,   t i p o   a s s i m,  entende?].
Agora é caprichar no findi [do interneteis: findisemana] para ter boas novas semana que vem. ;)

Papel, lápis, ação!

Depois de uma longa abstinência 'blogniana' aqui estou novamente. Apesar da frequência baixa e da longa ausência sempre penso em escrever algo novo, porém na mesma proporção que meus dedos golpeiam as letras do teclado o backspace é acionado, tem dias que escrever parece algo impossível até que entre tantas  indas e vindas de frases começadas no horizonte das ideias nasce um raio tímido de... [Papel sendo amassado feito uma bolinha e atirado ao lixo]...

Folha nova, ideia nova, vida nova. Nos limites da folha em branco cria-se a informação. Independente de ser um texto, um desenho ou uma equação matemática é na folha em branco que visualizamos melhor o que era apenas imaginário. Melhor que consolidar a ideia no papel é poder mostrá-la aos outros de modo que o conceito rústico possa ser lapidado, melhorado e delineado até chegar a perfeição.
Nos últimos meses o rascunho que fiz sobre meu emagrecimento tornou-se indistinguível. O pouco contraste entre o agir e o pensar fizeram com que a ação e a reação simplesmente sucumbissem em meio a borrões e rasuras da falta de foco e determinação. Mas hoje é um novo dia, uma folha nova sobre a mesa. Hora de começar um novo desenho, traçar uma nova meta com ações claras e não muito exacerbadas. Quando no tratamento [vitalício] contra a obesidade as coisas se embaralharem demais não dê lugar para o desespero ou desânimo, apenas amasse as folhas velhas ........................... assopre o pó de borracha de sobre a mesa e comece de novo. É isso o que vou fazer agora! Até breve.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Quase lá!

Quase lá! Depois de muito tempo, aproximadamente uns 10 anos, voltei a ver um número próximo aos dois dígitos. Não estou dizendo que este número está 100% correto, pois pesei em um horário diferente do habitual, apenas de shorts, camiseta e descalço. O número real ainda beira os 104 / 105kg. Mesmo assim uma grande vitória foi conquistada. Este número é o indicativo mais real de que estou no caminho certo. Graças a Deus, em primeiro lugar, grande Pai ao qual devo toda honra e glória por tudo que tem acontecido, graças também a minha família pela força, aos amigos, colegas e os que me apoiam mesmo sem me conhecer direito. Uma salva de palmas para a galera do Herba [sim, eu tomo Herbalife] especialmente Camila e Olga, e para minha querida nutricionista Hellen Pita Gobbo que tem me ajudado a ver alimentação por um viés saudável e essencial. Em breve, muito breve os dois dígitos serão uma realidade. Vamos lá, a batalha não acabou... Bora, bora, bora, tenho uns 10kg para mandar embora ainda [pelo meno 10kg]. Até breve.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Fuja!

Fuja! A palavra de ordem que paira sobre a mente e o coração de quem está no cativeiro. Quando o prisioneiro é refém de uma injustiça, a voz que grita 'fuja agora' é ainda mais forte. O cativo, cativado agora, não pela situação que o levou às amarras, mas sim pelo desejo esperançoso de ganhar a liberdade e uma nova vida, ou então, de voltar a vida melhor de outrora começa a pensar, estudar, encontrar uma maneira de   viver novamente sem a opressão aniquiladora dos sonhos e usurpadora das expectativas.
Quantos de nós somos cativos de si? Quantos dias, anos e vidas inteiras são oprimidas dentro de uma sela pequena e mesquinha chamada frustração? Falo aqui de nós, cativos dos olhos que querem comer tudo o que se vê, das células olfativas que aumentam a salivação e a compunção por aquilo que é saboroso mas nem sempre saudável. Falo dos muitos prisioneiros de uma cadeia invisível. Pessoas que por estarem presas não recebem apoio ou absolvição, mas sim ainda mais condenação dos olhares mudos e inertes a condição humana do próximo, que aqui, além de 'gordo é relaxado, preguiçoso, estagnado, fracassado...' e tantos outros adjetivos que só contribuem para que os anos nas solitárias da morbidez sejam ainda mais cruéis. Cativos dos medos, e como são grandes os medos... As doenças relacionadas a sentença estão sempre por perto, como a gangue rival que tortura, ameça, maltrata e mata. Cativos da falta de amor próprio, e muitas vezes da falta de atitude, não por querermos ser assim, pois não há cativo por livre e espontânea vontade. Não é fácil sair dessa prisão, são muitos os portões e muros até a liberdade, mas nada disso é mais forte que a determinação de quem quer mudar de vida. O cativeiro não é uma condição permanente, e por mais que aparente impossibilidade, ele pode deixar de existir na minha e na sua vida. Não podemos crer que SOMOS cativos, mas entender que ESTAMOS, e aqui, o verbo 'estar' manifesta uma condicional, viver no cativeiro é uma condição de vida, particularmente neste cativeiro de vidas obesas, há luta pela sobrevivência reflete claramente a mudança da condição de preso para liberto. Essa condição muda a partir do momento que a nova vida for mais desejada que a mastigação de besteiras fora de horário ou os exageros sutis. A condição de livre, absolvido, saudável, vivo é mais fácil de ser alcançada quando a atitude, mesmo pequena, dá o ar da graça. Atitude é um advogado de defesa poderoso que inibi qualquer manifestação da acusação, pois a culpa não prevalece mais e a voz que instiga a fuga ganha mais força, e os grilhões vão ficando para trás e caminhada fica mais rápida, o horizonte vai alcançando o infinito e a liberdade manifesta seu esplendor. Pense, escreva, planeje uma forma de fugir. Eu estou conseguindo, logo qualquer pessoa pode conseguir. Não há fuga sem estratégia e sem sacrifício, além disso, muitos podem ajudar, mas o sucesso da missão é individual. Lute por você, quando começar a fazer isso de verdade e com o coração vai ver que a terrível prisão não é mais suficiente para segurar você.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Meio Cheio... Meio Vazio...

Quem nunca ouviu a expressão:" veja o copo meio cheio, não meio vazio..." geralmente usada para ilustrar uma situação em que as coisas poderiam estar piores do que possam estar? Então, o que dizer quando nossa condição física não está muito legal [em relação a balança]? Poderíamos apenas dizer que apesar de estar acima do peso estamos bem, ou nos sentir em péssimas condições, sejam fisiológicas ou psicológicas [tem gente que não sente que está muito acima do peso, mesmo estando, e tem gente que se sente hiper obeso mesmo estando poucos quilos acima do normal].
O que acontece quando fazemos nossos pratos? Na hora do almoço ou do jantar como vemos nossas refeições? Meio 'restritivas demais' ou pouco 'restritivas demais'? Meio calóricas ou meio leves? Enfim, a forma como vemos nossa vida e nossos hábitos alimentares pode resultar em uma condição física para qual, aparentemente, não exista uma explicação lógica: "...mas eu não como muito...." ou então "...faço tudo certinho...". Pode ser mesmo que a pessoa não coma muito, ou que coma em horáricos certos, porém de forma errada, geralmente quantidades pequenas mas extremamente calóricas. Reeducação alimentar é necessário, é essencial, através da observação dos hábitos alimentares é possível rever a forma como estamos nos alimentando. Por isso o acompanhamento com um profissional de nutrição é de suma importância. Ele com certeza ajuda o candidato ao emagrecimento a ver sua alimentação por uma ótica mais saudável. Apreender a se alimentar direito é o caminho mais eficaz, menos arriscado e com maior chance de manutenção do peso após alcançar os objetivos e metas, afinal, quem se reeduca não vê o prato nem meio cheio nem meio vazio, mas equilibrado e suficente para alimentar e suprir nossas necessidades, sem faltas e sem exageros.